Quem estará iniciando Festa em honra ao seu Padroeiro neste dia 22 (amanhã) é a irmã Paróquia de São Sebastião da cidade de Equador/RN, pertencente ao Zonal 5 de nossa Diocese, mesmo Zonal integrado pelas Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Jardim do Seridó, São Sebastião de Parelhas, Sant`Ana de Santana do Seridó e Divino Espírito Santo de Ouro Branco.
Neste ano de a Festa de São Sebastião em Equador será celebrada de 22 de novembro a 02 de dezembro terá como tema central: "Fé e Vida" e como Lema: "Para viver a Fé verdadeira"
Clicando abaixo em "Mais informações", você terá acesso à mensagem convite do Pároco de Equador, Padre Célio Nascimento de Azevedo, aos Equadoenses e a todos nós, cristãos e irmãos católicos:
MENSAGEM DA FESTA
A Igreja de Equador, em comunhão com a Igreja de todo o mundo, celebra a Festa do Excelso Padroeiro São Sebastião, refletindo sobre o Ano da Fé, tendo como tema: Fé e Vida, e como lema: Para viver a fé verdadeira. Não é a primeira vez que a Igreja é chamada a celebrar um Ano da Fé. Já o Servo de Deus Papa Paulo VI, em 1967, proclamou um ano semelhante, para celebrar o 19º centenário do martírio dos apóstolos Pedro e Paulo.
O Ano da Fé iniciado em 11 de outubro de 2012, no 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II, terminará em 24 de novembro de 2013, Solenidade de Cristo Rei do Universo. Será um momento de graça e de empenho para uma sempre mais plena conversão a Deus, para reforçar a nossa fé n'Ele e para anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo". Este Ano deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo a sua síntese sistemática e orgânica.
O Ano da Fé também será uma ocasião propícia para intensificar o testemunho da caridade. "A fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra de realizar o seu caminho.
Nos dias atuais, mais do que no passado, a fé vê-se sujeita a uma série de interrogativos, que provêm de uma mentalidade que reduz o âmbito das certezas racionais ao das conquistas científicas e tecnológicas. "Mas a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas tendem, embora por caminhos diferentes, para a verdade".
Da mesma forma, o professar com a boca indica que a fé implica um testemunho e um compromisso públicos. "O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado. A fé é decidir estar com o Senhor, para viver com Ele. E este 'estar com Ele' introduz na compreensão das razões pelas quais se acredita. A fé, precisamente porque é um ato da liberdade, exige também assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita".
"Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor de uma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos fiéis, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar amor.
“Só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus".
Pe. Célio Nascimento de Azevedo
Pároco

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